17 de Agosto de 2018
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o que é viver na Domus Nostra enquanto estudante universitária?

as nostras opiniões:

  • Ana Rita e Ana Rute | Ano 2013 | Medicina e Medicina Dentária

“(…) E é à Domus Nostra, esta casa que é nossa, que agradecemos por nos ter proporcionado uma mudança na forma de encarar este desafio em Lisboa… Casa em que depois de abrir a porta se sente um espírito muito acolhedor, amigo, familiar, em que em cada parede, em cada esquina, em cada degrau se esboça o testemunho de uma estudante que outrora por esta casa passou… esta casa que faz de berço para uma família que se constitui de estudantes que abraçam Lisboa como terra de seu percurso académico… Esta casa que se constrói da história singular de cada uma de nós que com o seu cunho pessoal a decora de emoções, de experiências, de luta, de sucessos, de derrotas, de dissabores, de bênçãos… no fundo de tudo aquilo que são os ingredientes da vida! Nesta casa encontramos uma outra família… em que o seu valor está no facto de jamais excluir a nossa “verdadeira” família, mas antes complementá-la fazendo de nós pessoas mais plenas, mais completas… mais realizadas! (…) Muito obrigada à Domus Nostra por ter sido a pauta musical desta nossa canção de Lisboa…”

  • Isabelle – Mãe da Marie, estudante de Erasmus | Paris| Ano 2013 | Economia

tradução: Guardo boas lembranças da minha estadia com a minha filha em Fevereiro na Domus Nostra, onde fui calorosamente acolhida por toda a gente. Apreciei particularmente o período do jantar e do pequeno-almoço, onde reina uma alegre efervescência que contrasta com a calma do dia e da noite. Todas estão visivelmente felizes por se encontrarem, as trocas são ricas, a partilha de eventos do dia… e a comida deliciosa… Fui igualmente sensível ao clima de liberdade baseado na confiança que reina da Domus Nostra, assim como à presença benevolente e atenta da Irmã Cristina, todos os dias disponível. Viver na Domus Nostra é um pouco como partilhar a vida de uma família, um grande obrigado a todas! Graças a vocês, a minha estadia em Lisboa ficará para sempre como uma boa memória.

  •  Dina Mendes | Castelo Branco | Ano 2012 | Ciências Farmacêuticas

“O que é a Domus Nostra para mim? Inicialmente, estava reticente por ir para um quarto triplo. Era filha única e nunca tinha partilhado quarto. Mas depressa optei por olhar esta realidade de outra perspectiva e passei a encarar como um desafio. Fiquei com pessoas fantásticas e divertidas. Depressa nos tornámos grandes amigas e vivemos um 1º ano cheio de bons momentos: noitadas à conversa, mesmo com a luz já apagada; ataques de riso; tentativas de estudo que saíam, sempre ou quase sempre, frustradas; saídas; etc. Além de toda a brincadeira, também nos apoiávamos nos momentos menos bons. Mas, para que tudo funcione no quarto triplo, é importante que se façam cedências: eu abdiquei do meu relógio de cabeceira porque fazia demasiado barulho para elas, elas abdicaram de estudar no quarto depois de eu me deitar porque a luz me incomodava. É preciso respeito pelos outros.

No 2º ano, lá tivemos nós que mudar para o quarto individual mas fizemos questão de ficar todas seguidas para facilitar a comunicação. Andávamos sempre nos quartos umas das outras! Mas há vida na Domus para além do quarto triplo. Conheci imensas pessoas de todos os cantos do país, e não só, e fui construindo amizades. Amizades que são para a vida, mesmo que deixemos de estar juntas diariamente. Vivendo com 80 pessoas, é bom saber que quando chegarmos a casa, temos sempre alguém com quem podemos falar. Por pior que tenha sido o nosso dia, há sempre alguém que nos tenta animar e dar força. E são estas pequenas coisas que nos ajudam a não desistir.

O jantar é o momento mais relaxante do dia, em que estamos todas juntas, falamos de imensas coisas e depois prolongamos a conversa nas escadas antes de voltarmos para os quartos. De vez em quando, também se arranja tempo para jogar às cartas, ir dar uma volta ou simplesmente correr. Desde que se queira, convive-se muito nesta casa. E há muitos outros momentos ao longo do ano lectivo que ajudam a isso como, por exemplo, a Festa da Família.”

  •  Vanessa Silva | Faial – Açores | Ano 2005 | Medicina Veterinária

“Quando entrei pela primeira vez na Domus, achei logo todo o espaço familiar, tive a certeza que queria ali ficar. Nos primeiros dias dizia: “Bem, vou para a residência”…poucos meses depois: “Bem, vou para casa”, e é isso mesmo a Domus é a nossa casa tal como diz. O tempo que lá passei foi e é inesquecível: tinha boas infrastruturas, bons acessos, uma óptima comida! Fiz muitas amigas que hoje mantenho e o próprio “staff” tem um lugar no meu coração. Onde quer que vá levo um bocadinho da Domus com saudade!”

  • Isabel Castanheira | Coimbra | Ano 1979 | Economia

“1. Bom ambiente;
2. Equilíbrio entre a autonomia de cada residente e o respeito pelos outros;
3. Espaço para o desenvolvimento de grandes amizades.
Conclusão:
Recomendo!”

  • Ano 1969 | Funchal | Medicina

“A Domus foi para mim um verdadeiro Lar. Sempre me senti em casa não tendo estranhado o ter saído pela primeira vez de casa da minha família. Posso dizer que encontrei outra família.”

  • Alexandra Quintas | Ano 1985 | Gestão

“Enquanto estive no Domus aconteceram tantas coisas, umas boas outras más, mas encontrei sempre um colo amigo onde descansar. Conheci muitas pessoas de quem ainda hoje sou amiga. Foi bom estar no Domus!!!!”

  • Leopoldina | Sousel | Ano 1993 | Línguas e Literaturas

“Fui para a Domus Nostra com 18 anos e durante os anos que passei nessa casa, que ainda hoje me é muito querida, vivi cada dia com enorme intensidade. Na Domus tive a possibilidade da verdadeira vivência em comunidade e partilha, vivida em pleno! Foi uma verdadeira casa onde embarquei em grandes aventuras e ótimos projetos mas, acima de tudo, onde fiz grandes amigos.Numa altura em que a vida de estudante me obrigou a sair da zona de conforto, arriscar, mudar, experimentar outros caminhos a seguir, foi uma bênção ter encontrado a Domus. Ainda hoje e, acima de tudo, sinto uma enorme gratidão pois, se momentos menos bons aconteceram, foram amplamente suplantados pelos muitos dias fantásticos que ali vivi. À Domus e a todos os colaboradores e residentes, nesta altura de grandes desafios, resta-me desejar a maior sorte para o presente e para o futuro mas, acima de tudo, que continue bem vivo o espírito quase único, que vai fazendo com que a Domus nos pareça uma grande família. Pela amizade, disponibilidade, companheirismo e por tudo o que aprendi convosco, muito obrigado.”

  • Nélia Norte | Faro | Ano 1983 | Economia

“Na Domus passei os melhores anos da minha vida. Fiz boas amizades que ainda hoje guardo, havia um bom ambiente de estudo, os responsáveis pela Domus eram impecáveis e permitiam que mantivéssemos a nossa independência mas, em casa, que soubéssemos respeitar os outros. Boa comida e boa camaradagem. Como tenho saudades dos tempos que por lá passei…!!!”

  • Mafalda | Itália | Ano 2008 | Engenharia Civil – IST

“A Domus deixou-me uma muito boa lembrança. Nada falta na Residência: boa estrutura – funciona tudo – boa comida, mas a coisa mais importante é a amizade que se encontra na Domus. Ainda estou em contacto com as residentes e com o pessoal da Domus porque viver na Domus é um pouco como viver numa família e as ligações que uma pessoa cria aí nunca mais se perdem.”

  • Maria Helena R. Ferreira da Silva (Gomes) Milena | Viana do Castelo | Ano 1965 |  Filologia Germânica

“Foram anos muito marcantes. Tínhamos tudo o que podíamos desejar  para cumprir a missão de estudar e vencer. Tínhamos muito bom  ambiente e havia da direcção muito cuidado com o nosso desenvolvimento cultural e espiritual. Circulava muito respeito e Amor. Não andávamos à solta!! A Senhora Dona  Graciosa e depois a Senhora Dona Margarida tinham os olhos sempre em nós!!! Foi muito Bom.” Milena

  • Martina Maria | Ano 2011 | Antropologia

“Acabei por descobrir, pouco a pouco, uma outra dimensão, que já existia em mim mas que descobri  também nos outros, no mundo à nossa volta.
Nos ambientes da residência, nas coisas que fazíamos e que nos juntavam nas ocasiões especiais, tal como no dia a dia, descobri uma nova maneira de estar com os outros, de os ajudar e de ser ajudada sem que acontecesse nada especial mas, simplesmente, isso.
Nos corredores que cheiravam a flores e a barrela, encontrava a todo momento lá fora o que eu tinha e sentia cá dentro, o que me marcou muito e continua a acontecer cada vez que ali vou.
Acho também que esse espaço torna diferente a vida universitária, e que nos permite de a viver desfrutando dela ao máximo.
A Domus nunca poderá deixar de fazer parte da minha vida.”

  • Iva Matos | Açores | Ano 1989| Filosofia

“O Domus foi para mim a casa em Lisboa onde cresci com a “família” de amigos que tenho hoje. O ambiente contribuiu para me sentir em segurança e com dois objetivos: estudo e diversão. O Domus foi sem dúvida decisivo e muito positivo na minha formação como pessoa.”